Alvo de um processo de cassação por agressão a um militante do MBL, o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) reagiu com protestos ao longo deste ano que culminaram em tumulto no plenário da Câmara, nessa terça-feira (9), quando ele foi retirado do local à força pela Polícia Legislativa após ocupar a cadeira da Presidência da Casa.
O caso que motivou o processo disciplinar envolve um episódio ocorrido em abril de 2024, quando Glauber Braga agrediu e expulsou da Câmara o influenciador Gabriel Costenaro, ligado ao MBL. Costenaro estava no Congresso para acompanhar a discussão sobre a regulamentação da atividade de motoristas de aplicativo.
Alvo de um processo de cassação por agressão a um militante do MBL, o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) reagiu com protestos ao longo deste ano que culminaram em tumulto no plenário da Câmara, nessa terça-feira (9), quando ele foi retirado do local à força pela Polícia Legislativa após ocupar a cadeira da Presidência da Casa.
O caso que motivou o processo disciplinar envolve um episódio ocorrido em abril de 2024, quando Glauber Braga agrediu e expulsou da Câmara o influenciador Gabriel Costenaro, ligado ao MBL. Costenaro estava no Congresso para acompanhar a discussão sobre a regulamentação da atividade de motoristas de aplicativo.
A confusão começou dentro da Câmara, mas continuou do lado de fora, quando o deputado chegou a chutar o militante. A cena foi filmada. Segundo relatos apresentados ao Conselho de Ética, o militante teria feito insinuações sobre a mãe de Glauber, a ex-prefeita de Nova Friburgo Saudade Braga, que estava doente e morreu 22 dias depois.