Na noite de 31 de maio de 1961, o ditador Rafael Leonidas Trujillo viajava sozinho com seu motorista em seu Chevrolet Bel Air azul pela Avenida Washington, em Santo Domingo, na República Dominicana, em direção à província de San Cristóbal, no sul do país.
O carro seguia para a Casa de Mahogany, uma residência de três andares, revestida de madeira, com vista para a planície a partir de um morro na comunidade de La Suiza.
Lá, Trujillo frequentemente descansava, recebia convidados e cometia crimes atrozes, como receber mulheres e meninas que viravam vítimas de violência sexual.
Mas o presidente, que governou a nação caribenha com punho de ferro por três décadas, nunca chegou ao seu destino naquela noite de maio.
Seu veículo foi baleado 60 vezes, sete das quais o atingiram e causaram sua morte. Ele foi emboscado por um grupo de homens que hoje são considerados heróis nacionais.