ante de ataques de Trump, Lula defende o Mais Médicos, pede cassação de Eduardo Bolsonaro e promete regular big techs



 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o programa Mais Médicos, rebateu ataques de Donald Trump — presidente dos Estados Unidos —, cobrou a cassação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e anunciou que o governo enviará ao Congresso um projeto para regular plataformas digitais. As declarações foram dadas nesta quinta-feira (14) na cerimônia de inauguração da fábrica de hemoderivados da Hemobrás, em Goiana (PE).

Ao defender o programa, Lula criticou o que chamou de visão elitista na saúde e descreveu a dificuldade de levar profissionais para regiões periféricas e cidades pequenas. Segundo ele, “Quando criamos o Mais Médicos, qual era a bronca dos médicos? É que tem uma parte elitista da saúde desse país que acha que não falta médico. Agora, os prefeitos sabem que faltam médicos. Para levar para a periferia mais violenta, é difícil ter médico que quer ir. Tem prefeito que não pode nem pagar salário de médico. Ninguém quer ficar confinado em uma cidadezinha do interior se o cara pode estar na capital, tomando uma cervejinha toda noite na beira da praia. Para que ele vai para o interior ficar ouvindo grilo cantar? Então é preciso que a gente tenha noção da parte do Brasil que não precisa e da parte que precisa, e é o governo que tem que tomar a decisão.”

Para Lula, garantir médicos, comida e educação compõe a base da soberania: “Um país soberano tem que cuidar de três coisas: da educação, garantir alimento para todo mundo - porque a segurança alimentar é primordial - e garantir a questão da saúde. Isso aqui chama-se soberania nacional.”

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